quarta-feira, 2 de julho de 2008

Balhelhas

Por alturas de 195... havia um grupo de jovens na Amadora que se juntavam pelos cafés e tascas e outros locais, a conversar, a jogar e, imaginem, até a estudar.
Uma bela manhã, estávamos nós apanhando sol na esplanada de esquina da Lobélia quando chega esbaforido aquele a quem chamávamos o Balhelhas:
"-Grande desastre no comboio para o Rossio: um soldado que ia pendurado partiu a clavicla, uma rapariga ruiva rachou a omoplumata, mas o condutor ficou ilísio..." e dito isto desatou a correr, sabe-se lá para onde!

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